Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
Accept
Informe Curitiba
Facebook Like
Twitter Follow
Instagram Follow
Informe CuritibaInforme Curitiba
Pesquisar
  • Principal
Follow US
© Foxiz News Network. Ruby Design Company. All Rights Reserved.
Geral

Butantan fecha produzirá remédio contra o câncer pelo SUS

26 de março de 2026
Compartilhar

O Instituto Butantan fechou parceria com a farmacêutica norte-americana MSD para produzir um medicamento avançado contra o câncer destinado aos pacientes do Sistema Único de Saúde. O acordo prevê transferência de tecnologia ao longo de dez anos para que o laboratório público brasileiro assuma a fabricação do pembrolizumabe, remédio que já é usado no SUS. O que é o pembrolizumabe e como ele funciona? O pembrolizumabe é uma terapia que estimula o sistema imunológico a identificar e combater as células cancerígenas. Diferente da quimioterapia tradicional, ele é menos tóxico para o organismo e tem demonstrado grande eficácia no tratamento de diversos tipos de câncer. Atualmente, o Ministério da Saúde compra o medicamento diretamente da MSD para tratar pacientes com melanoma metastático, um tipo agressivo de câncer de pele que se espalha para outros órgãos. Quantas pessoas serão impactadas pela parceria? Hoje, cerca de 1,7 mil pessoas são atendidas por ano com o medicamento, a um custo de R$ 400 milhões. A Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS está avaliando a inclusão do remédio para tratar casos de câncer de colo do útero, esôfago, mama triplo-negativo e pulmão. Com essa ampliação, a MSD calcula que a demanda aumente para aproximadamente 13 mil pacientes por ano. A produção nacional do medicamento tem vantagens? A produção nacional garante prioridade no fornecimento e diminui os custos ao longo do tempo. Além disso, deixa os pacientes brasileiros mais seguros, pois evita a falta do medicamento por problemas externos que possam interromper cadeias logísticas. O Butantan também desenvolverá competência para produzir outras moléculas similares no futuro, fortalecendo a capacidade tecnológica do país. Como será feita a transferência de tecnologia? O processo começa assim que as novas inclusões do medicamento no SUS forem aprovadas. A incorporação das etapas de produção será gradual ao longo de dez anos. Inicialmente, o Butantan aprenderá rotulagem e envase, depois passará para formulação e, por fim, chegará à produção do ingrediente farmacêutico ativo. A previsão é que leve até oito anos para produzir o componente nacional e finalizar o remédio 100% brasileiro. Por que essa parceria é importante para o país? A parceria faz parte de uma estratégia nacional que pretende nacionalizar a produção de 70% dos insumos de saúde utilizados no SUS em até dez anos. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, destacou que a saúde passou a ser um eixo central do desenvolvimento econômico, inovação tecnológica e geração de empregos qualificados. Fique atento! Até especialistas caíram: o detalhe no boleto do IPVA que rouba seu dinheiro Mercado imobiliário Adeus, preços baixos? Esta região do Paraná virou a nova ‘mina de ouro’ Rango Barateza! O segredo de Curitiba: como uma receita de família virou um império do afeto Siga a Tribuna no Google, e acompanhe as últimas notícias de Curitiba e região! Seguir no Google

Assuntos Capa
Compartilhar este artigo
Facebook Twitter Email Copy Link Print
Painel Informe Manaus de Satisfação: Gostou da matéria?
Love0
Angry0
Wink0
Happy0
Dead0

Você pode gostar também

Geral

O que fazer em Curitiba no fim de semana: carros, música e muito mais

1 de maio de 2026
Geral

Paraná em crise hídrica: decreto proíbe desperdício e autoriza rodízio em bairros

1 de maio de 2026
Geral

Ponte de Guaratuba ganha painel de 700 azulejos para eternizar nova obra

1 de maio de 2026
Geral

Mega-Sena em Curitiba e Inauguração da Ponte de Guaratuba: tudo sobre Curitiba hoje

1 de maio de 2026
Geral

Previsão do tempo em Curitiba: feriado com sol entre nuvens e máxima de 24ºC

1 de maio de 2026
Geral

Google libera recurso para seguir sites preferidos nas buscas; Como seguir a Tribuna?

1 de maio de 2026