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Nacional

‘Estamos comprometidos em combater de forma muito firme os incêndios deste ano’ diz ministro

14 de abril de 2026
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João Paulo Capobianco, titular do Meio Ambiente e Mudança do Clima, fala sobre a redução de 39% da área queimada no Brasil em 2025, resultado do avanço da Política Nacional de Manejo Integrado do Fogo, que fortalece ações coordenadas e integradas de prevençãoCom a aproximação do período de seca, o Brasil está mais preparado para enfrentar os incêndios florestais. A aprovação da Política Nacional de Manejo Integrado do Fogo (PNMIF), em 2024, foi fundamental para o país criar uma cultura de prevenção ais incêndios. Foi o que afirmou o ministro do Meio Ambiente e Mudança do Clima, João Paulo Capobianco, durante o programa Bom Dia, Ministro desta terça-feira (14/4), transmitido pelo Canal Gov, da Empresa Brasil de Comunicação (EBC).
A política une governos federal, estaduais e municipais, proprietários rurais, academia e sociedade civil para prevenir e controlar os incêndios florestais em todo o país. O objetivo é transformar o Brasil em um país resiliente ao fogo diante dos desafios impostos pela mudança do clima.
Um dos resultados foi a redução de 39% da área queimada no Brasil em 2025, em comparação ao período entre 2017 e 2024. No Pantanal, a queda foi de 91%; na Amazônia, de 75%; na Mata Atlântica, de 58%; e no Pampa, de 45%. Os dados são do Laboratório de Aplicações de Satélites Ambientais da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Lasa/UFRJ).

Aumentamos muito os brigadistas do Governo Federal. Os estados também estão aumentando seus brigadistas. Nós estamos agora montando uma cultura da prevenção aos incêndios no Brasil, que passa a existir a partir de agora. Eu acredito que estamos muito melhor preparados. Estamos comprometidos em combater de forma muito firme os incêndios deste ano”

“Agora, isso não significa que nós não teremos problemas, porque incêndio florestal você consegue evitar. Mas depois que ele inicia, o combate é muito complexo, muito difícil. Nós tivemos frentes de incêndio no Pantanal e na Amazônia em 2024, com 1 mil quilômetros de extensão. Sabe o que são 1 mil quilômetros de extensão? É de uma proporção impressionante. Então é necessário que haja uma ação muito integrada, muito forte. Nós estamos nos preparando para isso. Espero que a gente consiga minimizar os impactos, mas o fundamental é o cidadão. Não usar o fogo, não queimar lixo, porque perde o controle. Não queimar pasto, que é uma prática, infelizmente, ainda comum no Brasil. Ele quer fazer uma limpeza de pasto, põe fogo, esse fogo perde o controle. Então, tudo isso é necessário evitar, todos atuarem conjuntamente”.
Leia também• Após queda de 39% nas queimadas em 2025, Governo do Brasil apresenta ações para 2026• Retomada de políticas ambientais reposiciona Brasil no centro das discussões globais
Nos últimos anos, o Governo do Brasil investiu R$ 405 milhões do Fundo Amazônia para apoiar os Corpos de Bombeiros dos nove estados da Amazônia Legal na prevenção e combate a incêndios florestais, e R$ 150 milhões do Fundo Amazônia foram destinados para os Corpos de Bombeiros dos estados do Cerrado e Pantanal. Pela primeira vez, o Fundo financiou ações de capacitação e compra de veículos e equipamentos fora da Amazônia.
Para este ano, as medidas adotadas para o enfrentamento aos incêndios vão envolvem o emprego de 246 brigadas florestais federais – 131 do Ibama e 115 do ICMBio. Está prevista a contratação de 4.410 brigadistas florestais federais, aos quais se somarão 250 servidores efetivos dos dois órgãos, totalizando 4.660 profissionais mobilizados. O contingente mantém o patamar de 2025, quando foram contratados 4.358 brigadistas – um aumento de 25% em relação a 2024.
Serão utilizados nas operações de prevenção e combate ao fogo 18 helicópteros, 2 aviões de transporte e 12 para lançamento de água, além de 89 embarcações. A estrutura operacional também conta com 973 caminhonetes, 408 veículos especializados, três bases logísticas e duas vilas operacionais. O planejamento inclui ainda 340 barracas de campanha, 3.100 equipamentos individuais motorizados e 4.358 conjuntos de equipamentos individuais de combate.
Sala de Situação
Durante o programa, Capobianco citou a Sala de Situação para prevenção e controle dos incêndios e secas, um colegiado que reúne dez ministérios e órgãos vinculados, sob coordenação da Casa Civil, para monitoramento, resposta e liberação de recursos extraordinários.
“O Brasil avançou muito nesta agenda, desde 2023, porque nós tivemos em 2022 incêndios gravíssimos. O Pantanal foi palco de uma destruição impressionante. Assim que nós assumimos, em 2023, os indicadores mostravam uma sequência de seca, que nós tivemos seca em 2023, que se agravou em 2024. Em 2024, no início do ano, ao perceber que os instrumentos que nós tínhamos não eram mais suficientes, nós inauguramos um novo modelo, que é uma sala de situação”.
“Semanalmente, todos os ministros e executivos principais dos órgãos vinculados aos ministérios, o Ibama, Funai, Incra, Polícia Federal, se reúnem para avaliar, os planos de ação. Nós fizemos uma ação enorme, conseguimos mobilizar uma força muito grande, articulamos com os estados e tivemos uma ação que, se não tivesse sido feita em 2024, os dados seriam muito piores. O clima foi muito adverso, mas nós conseguimos minimizar um pouco o dano, que seria muito maior, segundo todas as projeções dos especialistas”, explicou o ministro.
Assista à íntegra do Programa Bom Dia, Ministro
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