Mesmo após o governo transferir R$ 5,7 bilhões do Sistema de Valores a Receber para o Desenrola Brasil 2.0, ainda restam R$ 4,9 bilhões disponíveis para saque. Os recursos pertencem a mais de 45 milhões de pessoas físicas e 5 milhões de empresas que esqueceram dinheiro no sistema financeiro. O governo destinou R$ 5,7 bilhões ao Fundo de Garantia de Operações, que servirá como garantia para renegociação de dívidas. Porém, esses valores ainda podem ser reivindicados pelos titulares. Um edital será publicado e os cidadãos terão 30 dias para pedir o dinheiro de volta. Caso não haja contestação, os recursos serão incorporados definitivamente ao fundo. Quem tem direito a receber esses valores? Pessoas físicas e empresas que deixaram recursos esquecidos em bancos e instituições financeiras. Isso inclui contas encerradas com saldo, tarifas cobradas indevidamente, recursos de consórcios encerrados, cotas de cooperativas de crédito, saldos em corretoras e parcelas cobradas indevidamente em operações de crédito. Herdeiros também podem solicitar valores de pessoas falecidas. Como consultar se tenho dinheiro esquecido? A consulta é gratuita e deve ser feita exclusivamente pelo site oficial do Banco Central. É necessário acessar o sistema com conta Gov.br nível prata ou ouro e autenticação em duas etapas. O BC reforça que não envia mensagens, links ou faz ligações pedindo dados pessoais para liberar valores. Como fazer o saque dos valores disponíveis? Após consultar no site do Sistema de Valores a Receber, basta informar uma chave Pix para receber o dinheiro. Caso não tenha chave Pix, é preciso entrar em contato com a instituição financeira para combinar a devolução. O Banco Central também oferece opção de resgate automático para valores futuros, disponível apenas para pessoas físicas com chave Pix vinculada ao CPF. Por que o governo transferiu parte do dinheiro esquecido? Os recursos foram destinados ao Fundo de Garantia de Operações para fortalecer o sistema financeiro e garantir renegociações no Desenrola 2.0. O fundo será usado para cobrir eventuais inadimplências de contratos renegociados, oferecendo mais segurança às instituições financeiras participantes do programa de combate à inadimplência. Entrevista “Nunca imaginei viver mais de 30 anos”, Renato Freitas relembra infância e comenta vida política Tribuna Entrevista “Eu não costumo tirar segundo lugar”, diz Rafael Greca, pré-candidato ao governo do Paraná Cafeicultura Paraná mira em cafés especiais para recuperar relevância após Geada Negra Siga a Tribuna no Google, e acompanhe as últimas notícias de Curitiba e região! Seguir no Google