A Argentina alcançou superávit primário em 2024 e 2025 sob a gestão de Javier Milei, enquanto o Brasil registrou déficit no mesmo período. O país vizinho reduziu gastos em 27% no primeiro ano, fechou órgãos estatais e eliminou normas burocráticas, o que gerou confiança no mercado. As informações são da Gazeta do Povo. Superávit primário significa que o governo arrecada mais do que gasta, sobrando dinheiro para pagar os juros da dívida. A Argentina herdou inflação de 200% e dívida de 156% do PIB do governo anterior. Recentemente, a inflação mensal caiu para 2% e a dívida recuou para 78,4% do PIB. No Brasil, a dívida bruta subiu para 81,1% do PIB em maio de 2026, e a projeção da inflação está em 5,1%, acima do limite esperado pelo Banco Central. O risco país da Argentina despencou 70% sob Milei, saindo de 1,4 mil pontos para 443. Esse índice indica o perigo de investidores perderem dinheiro ao aplicar em uma nação. A queda aconteceu porque o país parou de imprimir dinheiro para pagar dívidas e passou a registrar superávit. Representantes do Ministério da Fazenda brasileiro alegam que indicadores estáticos, como a inflação acumulada, ainda são piores que os brasileiros. O governo Lula também foca nos desafios sociais que a Argentina enfrenta. Economistas alertam que ignorar a direção positiva dos indicadores argentinos é um erro tático. A principal diferença entre os modelos está na forma de equilibrar as contas. O Brasil foca em aumentar a arrecadação via impostos, enquanto a Argentina apostou em corte severo de gastos. Analistas defendem que crescer com contas equilibradas entrega resultados mais sustentáveis a longo prazo, como juros menores e investimentos maiores. Siga a Tribuna no Google, e acompanhe as últimas notícias de Curitiba e região! Seguir no Google