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Divulgada a seleção do 1º Prêmio Rotas Negras de valorização da cultura afro-brasileira

2 de março de 2026
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O Governo do Brasil divulgou o resultado do 1º Prêmio Rotas Negras , que reconhece e premia iniciativas de afroturismo com o objetivo de impulsionar o turismo de matriz afro-brasileira no País. Ao todo, foram selecionadas 50 iniciativas, que receberão o prêmio em dinheiro com valores entre R$ 15 mil e R$ 70 mil, de acordo com a categoria de inscrição.
A iniciativa é coordenada pelo Ministério da Igualdade Racial (MIR), em parceria com a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), e destina mais de R$ 1,6 milhão para promover o desenvolvimento sustentável das comunidades negras. A ação integra o Programa Rotas Negras, voltado à valorização da cultura afro-brasileira e ao fortalecimento de territórios de memória e resistência em todo o país.
Confira o resultado do 1º Prêmio Rotas Negras.
LEGADO AFRICANO — O 1º Prêmio Rotas Negras faz parte de um conjunto de ações de promoção da igualdade racial por meio do turismo, com foco na valorização de histórias, culturas e experiências negras em contextos urbanos e rurais. A premiação reconhece iniciativas que destacam o legado afro-diaspórico e afro-brasileiro em diferentes manifestações, como tradições, ritmos musicais, gastronomia, celebrações e religiosidades.
Os recursos serão repassados na modalidade de doação sem encargo, permitindo a aplicação direta no fortalecimento da iniciativa apresentada e na valorização da cultura negra.
CATEGORIAS — O edital abrange quatro categorias:

Sociedade Civil: são concedidos dez prêmios de R$ 15 mil para pessoas físicas e dez de R$ 20 mil para entidades sem fins lucrativos;

Municípios: dez prêmios de R$ 35 mil para cidades com até 50 mil habitantes, oito de R$ 40 mil para municípios entre 50.001 e 300 mil habitantes e seis de R$ 50 mil para municípios com mais de 300 mil habitantes;

Consórcios Intermunicipais: dois prêmios de R$ 60 mil para consórcios intermunicipais aderentes ao Sistema Nacional de Promoção da Igualdade Racial (Sinapir);

Estados: quatro prêmios de R$ 70 mil para estados que integram o Sistema.

VALORIZAÇÃO — Para o secretário de Gestão do Sistema Nacional de Promoção da Igualdade Racial (Senapir), Clédisson Júnior, o Programa Rotas Negras tem papel estruturante no reconhecimento e valorização histórica do turismo afrocentrado.
“O Programa Rotas Negras reconhece o afroturismo com um importante vetor desenvolvimento territorial, econômico e cultural do nosso país e essa premiação também é parte desse reconhecimento histórico”, destacou.
O secretário também ressaltou a importância do resultado alcançado. “Estamos muito satisfeitos com os selecionados pelo edital e trabalharemos para desenvolver o programa e suas capacidades de fomento cada vez mais”, afirmou.
JUSTIÇA RACIAL — Isadora Bispo, diretora de Articulação Interfederativa do Sistema Nacional de Promoção da Igualdade Racial (Sinapir), destacou que o fortalecimento do afroturismo passa pela articulação entre desenvolvimento econômico e promoção da justiça racial. “Trabalhamos para fazer do turismo um agente de combate ao racismo, para que o afroturismo possa impactar no desenvolvimento econômico brasileiro ao promover a justiça racial”, disse.
A diretora também destacou as expectativas em relação à consolidação dessa agenda nos territórios. “A nossa expectativa é promover a justiça racial, trazendo o turismo como um agente de combate ao racismo. Além disso, queremos estruturar, dar os passos necessários, para que estados e municípios criem seus planos incluindo o afroturismo”, finalizou.
ROTAS NEGRAS – Instituído pelo Decreto nº 12.277/2024, o Programa Rotas Negras é uma ação estratégica do Governo do Brasil para estruturar e fortalecer o turismo negro no País. Seu objetivo central é valorizar a memória e a cultura afro-brasileira, utilizando o turismo como ferramenta de desenvolvimento econômico, geração de renda e emprego. O programa é desenvolvido de forma intersetorial, envolvendo ministérios como o do Turismo (MTur), Cultura (MinC), Direitos Humanos e Cidadania (MDHC), além de órgãos como a Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo (Embratur) e a Fundação Cultural Palmares (FCP). A iniciativa busca dar visibilidade a roteiros que envolvem comunidades quilombolas, de terreiro e pontos de memória, promovendo o reconhecimento do protagonismo negro na formação da sociedade brasileira.

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