O governo federal pagou R$ 18 bilhões em emendas parlamentares de execução obrigatória até a última sexta-feira (26), superando em R$ 567 milhões o piso de R$ 17,5 bilhões exigido pela Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO). O prazo para a quitação terminava nesta terça-feira (30). As informações são da Gazeta do Povo. Do valor pago acima do mínimo obrigatório, R$ 434 milhões foram para a saúde e R$ 133 milhões para a assistência social, áreas consideradas prioritárias pelo Executivo. Ao incluir todas as modalidades de emendas parlamentares, como as de bancada e de comissão, o total liberado em 2026 chega a R$ 21,9 bilhões. A liberação dos recursos ocorre em um momento de intensa negociação entre o Palácio do Planalto e o Congresso Nacional. O pagamento das emendas é visto como uma ferramenta de articulação política, especialmente em um período marcado por debates sobre medidas de impacto fiscal. Nos últimos meses, a relação entre o Executivo e o Legislativo foi marcada por divergências em torno de projetos considerados “pautas-bomba” pela equipe econômica. Isso aumentou a importância da execução das emendas para manter o diálogo entre os Poderes e garantir apoio parlamentar às pautas econômicas do governo. Siga a Tribuna no Google, e acompanhe as últimas notícias de Curitiba e região! Seguir no Google