Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
Accept
Informe Curitiba
Facebook Like
Twitter Follow
Instagram Follow
Informe CuritibaInforme Curitiba
Pesquisar
  • Principal
Follow US
© Foxiz News Network. Ruby Design Company. All Rights Reserved.
Nacional

No ano, aumento de exportações para China, Europa e Índia é seis vezes maior que a queda para os EUA

17 de julho de 2026
Compartilhar

Dados, da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), referem-se ao primeiro semestre, quando o primeiro tarifaço de Trump afetava as vendas brasileiras ao exterior. Com novo pacote de apoio anunciado nesta sexta (17), Apex quer ajudar a repetir o feitoO presidente da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), Laudemir Müller. apontou que o aumento das exportações no primeiro semestre deste ano, considerando apenas China, Europa e Índia, superaram em seis vezes a queda das vendas para os Estados Unidos: R$ 16,1 bilhões, contra RS 2,6 bilhões, respectivamente.
No período apontado, o comércio com o mercado estadunidense já estava sob impacto do primeiro tarifaço, imposto no ano passado em duas etapas, em abril e agosto.
Müller falou à imprensa nesta sexta-feira (17/7), quando anunciou um pacote de R$ R$ 130 milhões, a ser iniciado em agosto, para apoiar as empresas brasileiras a diversificarem os destinos para suas vendas ao exterior e reduzir os impactos das tarifas estadunidenses recém-impostas pela administração Donald Trump.
Segundo reportagem da Agência Brasil, o presidente da Apex afirmou que houve, no primeiro semestre do ano, uma redução de cerca de US$ 2,6 bilhões em exportações para os EUA, resultado das tarifas aplicadas anteriormente.

Mas tivemos um aumento de US$ 3,1 bilhões para a Europa, US$ 2,5 bilhões para a Índia, e US$ 10,5 bilhões para a China, só para citar alguns dos destinos mais importantes”, disse Laudemir Müller.

Na avaliação de Müller, a balança pesou a favor do Brasil a partir das medidas adotadas pelo governo desde o ano anterior, como o esforço para abertura de novos mercados para produtos nacionais, do qual a Apex tem participado.
Leia também:Governo apresenta ações para fortalecer setores afetados por tarifas dos Estados Unidos
As negociações do Mercosul com Índia, Japão e Canadá também foram apontadas pelo presidente da agência como oportunidades para diversificar o comércio exterior do Brasil, reduzindo a dependência dos estadunidenses.
O dirigente ressaltou que a grande maioria das empresas exportadoras que buscam apoio da Apex conseguiram resistir ao primeiro tarifaço e expandir seus negócios com o exterior.

72% das 2,4 mil empresas que exportam para os EUA, e que são apoiados pela ApexBrasil, já diversificaram o mercado entre junho de 2025 e maio de 2026. Elas acrescentaram, nesse período, pelo menos um novo destino de suas exportações”, disse.

Novo apoio
A ApexBrasil informou que o novo plano anunciado nesta sexta-feira será lançado em parceria com 57 setores econômicos do país, nas mais diversas áreas, que reúnem 2,4 mil empresas exportadoras.
“A expansão para outros mercados a gente já faz. O que a gente vai trabalhar agora é a diversificação. É um novo olhar sobre novas oportunidades a partir de um novo cenário do comércio internacional”, explicou Müller, em entrevista.
O chefe da agência estatal disse que as prioridades são o mercado da União Europeia, até pelo recente acordo com o Mercosul, além dos países que integram a Associação de Nações do Sudeste Asiático (Asean), como Indonésia, Malásia, Tailândia, Vietnã, entre outros, e que apresentam altas taxas de crescimento.

China, um dos destinos dos produtos brasileiros. Foto: ApexBrasil
Países da Ásia Central, como Cazaquistão e Uzbequistão, também estão entre os possíveis novos mercados a serem explorados pelas empresas brasileiras afetadas pelo tarifaço dos EUA.
“São países de alto crescimento e desenvolvimento, eles têm procurado muito o Brasil para parcerias em investimento e estão crescendo a 7% ou 8% [do Produto Interno Bruto, PIB], com população jovem, e que demandam, inclusive, produtos que o Brasil tem”, disse.
Com informações da Agência Brasil

Compartilhar este artigo
Facebook Twitter Email Copy Link Print
Painel Informe Manaus de Satisfação: Gostou da matéria?
Love0
Angry0
Wink0
Happy0
Dead0

Você pode gostar também

Nacional

Partiu indústria: novos navios feitos no Brasil estão a caminho, com apoio de fundo setorial

17 de julho de 2026
Nacional

PF prepara operação nacional para a segurança dos candidatos à Presidência

17 de julho de 2026
Nacional

Indústria e serviços crescem, e PIB aumenta 0,1% em maio, aponta prévia do Banco Central

17 de julho de 2026
Nacional

Governo apresenta ações para fortalecer setores afetados por tarifas dos Estados Unidos

17 de julho de 2026
Nacional

Boletim Macrofiscal de julho mantém a projeção de crescimento do PIB em 2,3%

16 de julho de 2026
Nacional

Em dez pontos, governo brasileiro rebate argumentos do tarifaço 301 estadunidense

16 de julho de 2026