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Redes sociais da EBC triplicam engajamento e alcançam 3 bilhões de visualizações em 2025

19 de fevereiro de 2026
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Com resultados orgânicos, empresa se consolida como um dos principais polos de comunicação digital entre instituições federaisA Empresa Brasil de Comunicação (EBC) registrou em 2025 o seu melhor desempenho histórico nas redes sociais, somando cerca de 150 milhões de interações nas plataformas Instagram, TikTok, YouTube, Facebook e X, o triplo do registrado em 2024. O crescimento coloca a EBC entre os ecossistemas digitais mais influentes e engajados do setor público federal, ocupando posições de liderança em todas as plataformas monitoradas pela FGV Comunicação.
Segundo os dados da FGV, o desempenho foi impulsionado tanto por conteúdos editoriais da TV Brasil, Canal Gov, EBC e Agência Brasil quanto pela adoção de estratégias de circulação orgânica que consolidaram a empresa como referência em comunicação pública digital. Em janeiro de 2026, a EBC lançou também os perfis do Radiojornalismo em todas as redes.
Levantamento da Gerência de Análise de Dados das Plataformas de Comunicação da EBC aponta que, somados todos os perfis da empresa em todas as plataformas, os conteúdos tiveram mais de 3 bilhões de visualizações ao longo de 2025.
Desempenho expressivo em todas as plataformas
No Instagram, três das quatro páginas com mais engajamento entre instituições federais pertencem à EBC , com a TV Brasil ocupando o primeiro lugar e registrando crescimento superior a 1,2 milhão de novos seguidores ao longo do ano.
Já no TikTok, a EBC passou a ocupar três das cinco posições de maior engajamento entre as instituições públicas federais, somando 261,9 milhões de visualizações nas contas do ecossistema e apresentando crescimento proporcional de 372% no perfil institucional, impulsionado por vídeos informativos, conteúdos de serviço e recortes de agendas governamentais.
No Facebook, o domínio da EBC foi ainda mais expressivo: as quatro páginas mais engajadas de toda a comunicação federal são da empresa, que registrou aumento de 79,5% nas interações totais em comparação com o ano anterior. O desempenho também foi marcante no YouTube, onde a TV Brasil e o Canal Gov se mantiveram entre os cinco canais federais mais engajados, somando aproximadamente 143 milhões de visualizações, um crescimento de 234%.
Ao todo, 33 conteúdos da EBC ultrapassaram a marca de 1 milhão de visualizações no TikTok, demonstrando amplo potencial de viralização em temas ligados a cultura, políticas públicas, cidadania, serviços e memória nacional.
Quais conteúdos mais chamaram a atenção
O relatório da FGV identifica ainda três pilares de destaque que impulsionaram o crescimento registrado. O primeiro é o programa Sem Censura , que registrou aumento de 89% em interações no Instagram e alcançou 46,4 milhões de engajamentos multiplataforma, quase o dobro do volume registrado em 2024.
Em seguida, recortes dos jornais diários Repórter Brasil Tarde e o Repórter Brasil Noite se consolidaram como centrais para o desempenho jornalístico digital da EBC , acumulando 38,9 milhões de visualizações apenas no TikTok, reforçando a relevância de conteúdos de credibilidade e serviço público. O terceiro vetor de crescimento foram os conteúdos nomeados como “ Acervo EBC” , cuja circulação de materiais históricos apresentou crescimento de 760% em engajamento.
Entre os conteúdos mais viralizados do ano estão os cortes de Elke Maravilha, que se tornaram os dois posts de maior repercussão em todas as páginas da EBC , ampliando o diálogo entre memória, cultura e debate público. Confira o conteúdo clicando aqui.
Evolução estratégica e resultados orgânicos
Ao contrário de páginas federais que utilizam impulsionamento pago, o crescimento das redes sociais da EBC se deu de forma integralmente orgânica, um ponto de destaque registrado pela FGV. Para o superintendente de Comunicação Digital e Mídias Sociais, Fernando Miranda, este resultado comprova que comunicação pública pode ser competitiva. “Construímos comunidade, presença e confiança. Isso é engajamento orgânico de verdade, guiado por uma equipe talentosa e por um compromisso editorial com o interesse público”, afirma.
Miranda destaca ainda a integração entre programação, jornalismo, serviço público e memória audiovisual como elementos decisivos para os resultados: “A EBC virou referência porque entrega conteúdo útil e confiável e porque escuta a sociedade diariamente. Nosso desafio em 2026 é seguir crescendo com coerência e propósito”.
Segundo as análises da FGV, a EBC atingiu, em 2025, um estágio de maturidade digital caracterizado por consistência editorial, alta capacidade de viralização orgânica, equilíbrio entre conteúdo informativo e cultural, forte atuação em políticas públicas e ampliação de público em camadas geracionais diversas. O relatório identifica também o Facebook como uma praça estratégica, especialmente devido ao protagonismo do público 60+, onde a EBC lidera com folga.
Reconhecimentos recentes
Também em 2025, a instituição venceu a 3ª edição do Prêmio Social Media Gov, a principal premiação do setor, na categoria “Comunicação como Serviço”, com o case do programa Sem Censura , da TV Brasil , que abordou temas como saúde, segurança e o impacto do uso de telas na infância. Organizado pelo WeGov, o prêmio reconhece práticas que promovem informação de interesse público com relevância e precisão.
Além disso, a TV Brasil alcançou, no primeiro semestre de 2025, o primeiro lugar entre todas as instituições públicas federais em número de interações nas redes sociais, superando inclusive o perfil oficial do Governo Federal. No mesmo levantamento, outras três contas administradas pela EBC — EBC , Canal Gov e Agência Brasil — também figuraram entre as dez primeiras colocadas, reforçando a força do ecossistema digital da empresa. Considerando que, em 2023, a EBC sequer aparecia no top 10 das instituições federais mais engajadas, o avanço registrado em 2024 e 2025 representa uma mudança profunda no posicionamento digital da empresa.
Segundo o presidente André Basbaum, esse crescimento está alinhado à missão pública da EBC: “levar informação confiável e de interesse social ao maior número de cidadãos, em um cenário em que televisão aberta e redes sociais seguem como principais fontes de consumo de conteúdo no Brasil”.

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