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Algas alteram cheiro e sabor da água em Ponta Grossa; é seguro?

25 de fevereiro de 2026
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O cheiro e o sabor diferentes da água da torneira têm gerado inquietação entre os moradores de Ponta Grossa nos últimos dias. A situação, que afeta diversos bairros da cidade, está relacionada à proliferação de algas no reservatório Alagados, principal fonte de abastecimento da região. Segundo comunicado conjunto divulgado nesta quarta-feira (25/02) por Sanepar, IDR-Paraná, IAT, Adapar e Simepar, o problema tem origem na combinação de fatores ambientais: o longo período com chuvas abaixo da média na microbacia do rio Pitangui, o baixo nível do reservatório e as temperaturas elevadas. Essas condições criaram o ambiente perfeito para a multiplicação de algas, que alteraram temporariamente as características organolépticas da água – aquelas que percebemos pelos sentidos, como gosto e odor. As instituições garantem, no entanto, que a água distribuída segue dentro dos padrões de potabilidade estabelecidos pela legislação e pode ser consumida com segurança, apesar do desconforto sensorial. “A água distribuída segue dentro dos padrões de potabilidade e pode ser consumida com segurança”, afirma o comunicado, destacando que análises diárias e monitoramento intensivo estão sendo realizados. O problema, contudo, não tem solução imediata. A normalização completa depende principalmente da retomada das chuvas em volume adequado para elevar o nível do reservatório e diluir naturalmente a concentração de algas. Enquanto isso não acontece, as instituições informam que estão atuando em duas frentes principais: ações no sistema de abastecimento e intervenções na bacia hidrográfica. Entre as medidas emergenciais já em andamento estão a perfuração e operacionalização de novos poços, reforço no tratamento e monitoramento da água, ajustes operacionais contínuos e instalação de equipamentos de medição e controle. Para o médio prazo, estão previstas melhorias e ampliações no sistema produtor e de tratamento de água, além de um programa de conservação de solo e água nas propriedades rurais da região, recuperação de nascentes e áreas sensíveis. As instituições se comprometeram a seguir informando a população com “frequência, transparência e responsabilidade” sobre a evolução da situação. As equipes técnicas permanecem mobilizadas em regime permanente para reduzir os impactos e acelerar a recuperação do sistema. A previsão é que novas atualizações sejam divulgadas regularmente pelos canais oficiais das instituições envolvidas. Fique atento! Até especialistas caíram: o detalhe no boleto do IPVA que rouba seu dinheiro Mercado imobiliário Adeus, preços baixos? Esta região do Paraná virou a nova ‘mina de ouro’ Rango Barateza! O segredo de Curitiba: como uma receita de família virou um império do afeto Siga a Tribuna no Google, e acompanhe as últimas notícias de Curitiba e região! Seguir no Google

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