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Nacional

Brasil registra melhor resultado da história no esqui cross-country feminino por equipes

18 de fevereiro de 2026
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Bruna Moura e Eduarda Ribera terminam na 21ª colocação e registram a melhor marca do país na modalidade; jovem Alice Padilha ganha experiência no esqui alpino nos Jogos Olímpicos de InvernoAs brasileiras Bruna Moura e Eduarda Ribera conquistaram o melhor resultado do Brasil na história do esqui cross-country feminino por equipes nos Jogos Olímpicos de Inverno Milão‑Cortina 2026, nesta quarta-feira (18/2). No Tesero Cross-Country Skiing Stadium, a dupla terminou na 21ª colocação, com o tempo de 7min37s26, melhor marca brasileira da história na prova por equipes. Apenas as 15 melhores duplas avançaram à final, e as brasileiras ficaram a 22s95 da classificação.
“Estou orgulhosa da performance e muito feliz em representar o Brasil mais uma vez nos Jogos Olímpicos, e também pela prova de hoje, foi a melhor do Brasil em dupla”, afirmou Eduarda Ribera, contemplada pelo Programa Bolsa Atleta do Ministério do Esporte, na categoria pódio. “A 21ª é uma excelente colocação, a melhor que o Brasil já teve em revezamento. É difícil, mas é gostoso. Feliz de termos feito um bom tempo na prova”, complementou a parceira, Bruna Moura.
Cada integrante da equipe fez uma volta na pista. Eduarda Ribera completou o percurso em 3min55s66. Já Bruna Moura registrou 3min41s60. O tempo combinado de 7min37s26 ficou a 22s95 da zona de classificação.
Gabriel Heusi/COB Esqui alpino
Ainda em Cortina D’Ampezzo, Alice Padilha não completou sua primeira descida na pista de Tofane, pela prova de esqui alpino dos Jogos Olímpicos de Inverno 2026. Com isso, a esquiadora brasileira ficou fora da segunda descida da competição. Com apenas 18 anos, a caçula do Time Brasil foi a 87ª a descer entre as 95 esquiadoras. Uma falha na quarta porta a tirou do traçado e forçou o abandono da prova.
Mesmo fora da disputa, Alice falou sobre o desempenho e destacou a importância da experiência olímpica. “Foi incrível estar aqui. Poder treinar com atletas de alto nível e ver o que elas estão fazendo e o que eu estou fazendo. E aí comparar e entender o que eu não tenho para chegar a esse nível. Foi uma ótima oportunidade de aprendizagem”, ressaltou a atleta, que é a primeira mulher do Brasil na prova em 12 anos, desde que Maya Harrisson competiu em Sochi 2014 e também em Vancouver 2010 quatro anos antes.
“Posso tirar daqui fisicamente e mentalmente muito aprendizado. Olhar para frente e ser mais intuitiva. Então eu vou continuar treinando para melhorar meu esqui. Acho que isso é tudo o que importa: ir de um nível para o outro. Só porque os Jogos Olímpicos estão terminando não significa que minha temporada está acabando”, garantiu.

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